UM VERNISSAGE CHAMADO NATAL

Quando a última folha do calendário de novembro se torna pauta do cotidiano, a febre do natal torna-se um fato. Os grandes responsáveis por este doce contágio são os objetos. Ícones frequentes do dia-a-dia, eles nunca aparecem sozinhos, estão sempre na companhia de um alguém… Este alguém é arte.

As diversas referências e estilos presentes nos objetos de decoração de Natal não são uma grande novidade, mas mesmo assim chamaram a atenção da equipe de redação da NAMÍDIA e também atraiu (pra não dizer escandalizou) Arthur Danto, filósofo e crítico de arte norte americano. Resultado desta experiência comum, intrigante e muito peculiar está no livro “A Transfiguração do Lugar Comum”.

O livro narra à história de um filósofo que vive em Nova Iorque, aspirante a artista, em meados da década de 60, que se encontra “escandalizado” com as novas manifestações de arte.Maisprecisamente a contravenção crítica e contestadora da pop art, que não segue os seguros padrões das antigas “escolas de arte” e converte objetos em arte. O enredo trata da análise filosófica da arte, sobre a capacidade desta em fazer um “objeto comum” assumir e encarnar as qualidades de uma obra de arte… Antes de começar a receber cartões e enfeitar a casa, renda-se você também a essa mágica que eleva simplicidades do cotidiano ao pódio da arte. Seu natal nunca mais será o mesmo.

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~ por namidia assessoria de comunicação em 30 novembro, 2011.

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